professora Mariana Nobre

Animação

Bom, estou devendo uma atualização desse blog há alguns meses. Então aqui vai.

Na Escola Municipal Carlos de Laet, fiz uma experiência de animação usando a técnica chamada “Dobradinha”:

Os alunos ficaram tão encantados com a técnica, que decidi realizar uma Oficina de Animação neste 2º semestre de 2014.

Aqui, vou colocar alguns vídeos dos 3 principais tipos de animação que pretendo trabalhar com os alunos.

Stop Motion:

“Café da manhã” | Materiais – quadro branco, caneta e papel.

“Ratinho do Castelo Rá Tim Bum – Lata de Lixo” | Materiais – massinha de modelar

 

Flipbook:

“Dragon Ball Z – Kid Buu X Majin Vegeta”

 

Pixilation:

 

Espero que gostem!

Abraços 😉

 

No 1° bimestre do Ciep Almir Bonfim de Andrade, os alunos do Ciep assistiram ao filme Wall-E. A partir dele, nós conversamos sobre o lixo que acumulamos e o risco que corremos de deixar o nosso planeta Terra como no filme. Também lembramos que os papéis que usamos para desenharmos são feitos justamente das árvores que tanto precisamos salvar. Por isso, para encerrar o bimestre, desenharmos e recortamos as silhuetas de árvores usando papel de revista, lembrando da importância da reciclagem e do reaproveitamento de materiais.

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Oficina de Reciclagem

Esta oficina é oferecida no Ciep Almir Bonfim de Andrade. Atualmente estamos terminando de assistir ao documentário “Lixo Extraordinário”.

“Filmado ao longo de dois anos (agosto de 2007 a maio de 2009), Lixo Extraordinário acompanha o trabalho do artista plástico Vik Muniz em um dos maiores aterros sanitários do mundo: o Jardim Gramacho, na periferia do Rio de Janeiro. Lá, ele fotografa um grupo de catadores de materiais recicláveis, com o objetivo inicial de retratá-los. No entanto, o trabalho com esses personagens revela a dignidade e o desespero que enfrentam quando sugeridos a reimaginar suas vidas fora daquele ambiente. A equipe tem acesso a todo o processo e, no final, revela o poder transformador da arte e da alquimia do espírito humano.” (retirado do site oficial do filme)

Abaixo, o vídeo completo:

No último encontro, tivemos apenas 4 alunos. Como não poderíamos iniciar o debate sobre o filme sem a grande maioria da turma, pedi aos alunos que fizessem alguns cartazes sobre reciclagem e de preferência utilizando materiais que seriam descartados. E o resultado foi esse:

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Traduzindo: Projeto de Arte do Google.

É um site bem bacana onde vocês podem conhecer os trabalhos de vários artistas ao redor do mundo. Desde belas ferramentas utilizadas em tribos até as obras atuais. No link abaixo, as principais pinturas do artista Vincent Van Gogh.

http://www.google.com/culturalinstitute/entity/%2Fm%2F07_m2?hl=pt-br&projectId=art-project

Durante as aulas de arte das turmas de 1º ao 3º ano do Ciep Almor Bonfim de Andrade, os alunos pintaram alguns desenhos prontos como forma de reaproveitamento do material encontrado na Sala de Artes. Dessa forma, poderemos espalhar desenhos pela escola e ao mesmo tempo contribuir com o meio ambiente, ao invés de jogar tantos papéis fora. Digo isso porque eu mesma contei aos alunos que nunca gostei de entregar desenhos prontos para eles apenas pintarem, prefiro que eles mesmo criem.

Um dos desenhos encontrados foi uma reprodução da pintura “O Quarto em Arles”, de Vincent Van Gogh. Leia aqui uma pouco sobre este artista:

(texto retirado do site UOLEducação Biografias)

“A genialidade de Vincent Van Gogh somente foi reconhecida após a sua morte. Em vida, o artista holandês, que passou fome e frio, viveu em barracos e conheceu a miséria, vendeu apenas uma pintura _ “O Vinhedo Vermelho”. Em maio de 1990, uma de suas mais conhecidas obras, “O Retrato de Dr. Gachet”, pintado um século antes, justamente no ano de sua morte, foi comercializado por US$ 82,5 milhões.

Maior expoente do pós-impressionismo, ao lado de Paul Gauguin e Paul Cézanne, Vicent Willen Van Gogh, foi sempre sustentado pelo irmão Theodorus, com quem trocou mais de 750 correspondências, documentos fundamentais para um estudo mais aprofundado de sua arte. Na sua fase mais produtiva (1880/90), Van Gogh foi completamente ignorado pela crítica e pelos artistas. Atualmente, os seus quadros estão entre os mais caros do mundo.

Na infância, Van Gogh aprendeu inglês, francês e alemão. Mas, com apenas 15 anos, deixou os estudos para trabalhar na loja de um tio, em Haia (Holanda). Com 24 anos, achou que a sua vocação era trabalhar com a evangelização, chegando a estudar teologia, em Amsterdã. Pouco tempo depois, dividiu os seus poucos bens com os pobres e passou a ser sustentado pelo irmão, ao mesmo tempo em que iniciava a carreira profissional como pintor.

Van Gogh, que também morou na França e na Bélgica (onde conviveu com mineiros extremamente pobres), pintou mais de 400 telas _os três anos anteriores à sua morte foram os mais produtivos. Uma mudança fundamental na vida do pintor holandês aconteceu quando Van Gogh trocou Paris por Arles, mais ao sul da França. Na pequena cidade, Van Gogh aluga uma casa e intensifica o seu trabalho, ao lado de Gauguin.

Após um período de ótima convivência, os dois pintores começam a discutir muito e Van Gogh ataca Gauguin com uma navalha em dezembro de 1888. Inconformado com o fracasso do ataque e completamente transtornado, Van Gogh corta o lóbulo de sua orelha esquerda com a própria arma. Em seguida, embrulha o lóbulo e o entrega a uma prostituta. Internado em um hospital, recebe a visita do irmão Theodorus. No começo de janeiro de 1889, Van Gogh deixa o hospital, mas apresenta sinais evidentes de disfunção mental _às vezes, aparenta tranqüilidade, em outras oportunidades, demonstra alucinações.

Internado pelo irmão em um asilo, Van Gogh não deixa de pintar. Por ironia, à medida que a sua saúde fica ainda mais deteriorara, a classe artística começa a reconhecer o seu talento, expondo alguns de seus trabalhos em museus. Quando deixou o asilo, o pintor holandês foi morar nas imediações da casa de seu irmão. Nesta época, pinta, em média, um quadro por dia. Depois de ver os seus problemas mentais serem agravados, Theodorus decide que Van Gogh será tratado pelo médico Paul Gachet. Em maio de 1890, aparentando estar recuperado, Van Gogh passa a morar em Auvers-sur-Oise, a noroeste de Paris, onde pinta freneticamente.

Em julho, uma nova recaída no estado de saúde do pintor holandês, que também demonstra inconformismo com as dificuldades financeiras enfrentadas pelo seu irmão. No dia 27, Van Gogh sai para fazer um passeio e toma uma decisão drástica _atira contra si mesmo, no tórax. Cambaleando, volta para a sua casa, mas não comenta com ninguém que tinha tentado o suicídio. Encontrado por amigos, Van Gogh passa as últimas 48 horas de sua vida, conversando com o seu irmão _os médicos não conseguiram retirar a bala do tórax. No dia 29, pela manhã, o pintor morreu e o seu caixão foi coberto com girassóis, flor que ele amava. Aliás, a tela “Os Girassóis” é uma das obras-primas de Van Gogh.”

Autorretrato_Vincent Van Gogh

Autorretrato, 1889

 

O Quarto em Arles_Vincent Van Gogh

O Quarto em Arles, 1888

Noite Estrelada_Vincent Van Gogh

Noite Estrelada, 1889

 

Abraços! 😉

“Os videntes nativo–americanos ensinam que a Grande Aranha, teceu a Teia do Universo para relacionar todas as coisas. (Enquanto teço este texto, reflito que o mundo todo está ligado por uma “WEB” = teia em inglês). Para eles, a Aranha ao mesmo tempo é Avó e Criadora que cria novas energias dentro da existência. Ela tem a “Medicina da Criação”.

Num dos mitos da Criação, conta-se que no inicio do mundo só havia escuridão, os povos andavam às cegas, e viviam se colidindo, uns com os outros. A vovó aranha que trouxe o sol e o fogo aos índios e ensinou-lhes também a arte de fazer a cerâmica.

Conta uma velha lenda dos nativos norte-americanos, que um velho índio ao fazer uma Busca da Visão no topo de uma montanha, lhe apareceu IKTOMI, a aranha, e comunicou-se em linguagem sagrada. A Aranha pegou um aro de cipó e começou a tecer uma teia com cabelo de cavalo e as oferendas recebidas

Enquanto tecia, o espírito da Aranha falou sobre os ciclos da vida, do nascimento á morte e das boas e más forças que atuam sobre nós em cada uma dessas fases. Ela dizia :

“Se você trabalhar com forças boas, será guiado na direção certa e entrará em harmonia com a natureza. Do contrário, irá para direção que causará dor e infortúnios”.

No final a Aranha devolveu ao velho índio o aro de cipó com uma teia no centro dizendo-lhe:

“No centro está a teia que representa o ciclo da vida. Use-a para ajudar seu povo a alcançar seus objetivos, fazendo bom uso de suas idéias, sonhos e visões. Eles vem de um lugar chamado Espírito do Mundo que se ocupa do ar da noite com sonhos bons e ruins. A teia quando pendurada se move livremente e consegue pegar sonhos, quando eles ainda estão no ar. Os bons sonhos sabem o caminho e deslizam suavemente pelas penas até alcançar quem está dormindo. Já os ruins ficam presos no círculo até o nascer do sol, e desaparecem com a primeira luz do novo dia”

Esse círculo é conhecido como “dreamcatcher” (apanhador de sonhos). Aqui no Brasil é chamado de Filtro dos Sonhos ou Coletor de Sonhos.

Trata-se de um instrumento de poder para assegurar bons sonhos para aqueles que dormem debaixo dele, e também para trazer visões.

Geralmente são colocados onde a luz bate pela manhã, em frente a janela. Os nativos nos ensinam que os sonhos passam pelo furo no centro e os maus sonhos ficam presos na teia e se dissipam à luz do amanhecer.”

(retirado do site xamanismo.com.br)

Aqui estão alguns dos Apanhadores de Sonhos que os alunos do 6º ano experimental criaram. Infelizmente não pude colocar aqui todas as fotos pois apenas estas ficaram boas.

 

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Arte Tribal

Sugestões de sites e vídeos vistos nas aulas sobre Arte Tribal para o 6º ano experimental do Ciep Almir Bonfim de Andrade.

“Em 2009, meu plano era entrar em contato com tribos isoladas, e com visual único. Eu queria testemunhar as suas tradições, juntar-me a eles em seus rituais e descobrir como o resto do mundo está ameaçando seu modo de vida para sempre. Mais importante que isso, eu queria criar um documento fotográfico estético ambicioso que resistisse ao tempo. Um corpo de trabalho que fosse um registro etnográfico insubstituível de um mundo que está desaparecendo rapidamente.”, conta Jimmy Nlson.

All Blacks é o time de rugby da Nova Zelândia. Antes dos jogos eles “apresentam” o Haka, uma dança típica do povo Maori, com o objetivo de intimidar o time rival.

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